Os números da primeira fase do programa Move Brasil revelam uma realidade que precisa ser enfrentada:
• R$ 10 bilhões disponibilizados pelo programa.
• R$ 1 bilhão reservado aos Transportadores Autônomos de Cargas (TACs).
• Apenas R$ 337 milhões efetivamente contratados pelos autônomos.
• Somente 625 TACs atendidos em todo o país.
Os dados demonstram que o principal problema não é a falta de recursos, mas sim, as dificuldades de acesso ao crédito enfrentadas pelos caminhoneiros autônomos.
Na segunda fase, o governo ampliou as condições do programa:
• Financiamento em até 120 meses.
• Carência de até 12 meses.
• Reforço dos mecanismos de garantia.
• R$ 2 bilhões reservados aos TACs.
A CONFTAC defende que os recursos destinados aos transportadores autônomos cheguem efetivamente à categoria. Para isso, é fundamental dar transparência aos dados de aprovação, identificar os gargalos existentes e ampliar o acesso ao crédito para quem movimenta a economia brasileira todos os dias.
Crédito acessível significa renovação da frota, mais segurança nas estradas, redução de custos operacionais e fortalecimento do transporte rodoviário de cargas.